Pra lojas de calçados em Campo Grande/MS

Multa por não ter controle de ponto em loja de calçados em Campo Grande

Gerenciar o fluxo de vendedores em uma loja de calçados no Centro ou no Jardim dos Estados exige mais do que confiança na palavra. Muitos lojistas campo-grandenses acreditam que manter o horário padrão das 9h às 18h dispensa o registro rigoroso, mas a Portaria 671/2021 exige tecnologia e precisão. A informalidade no controle de jornada é o gatilho principal para processos trabalhistas na capital sul-mato-grossense, transformando o fechamento do mês em uma dor de cabeça constante. Sem um sistema eletrônico eficiente, o empresário fica vulnerável a multas administrativas e à inversão do ônus da prova, conforme determina a Súmula 338 do TST.

  • Multa fiscal por funcionário sem registro
  • Risco de processo trabalhista pesa mais
  • Prova de jornada protege a empresa
  • Trilha de auditoria dos ajustes
  • Relatórios CSV/PDF pro contador
  • A partir de R$ 5/mês
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Multa fiscal + risco trabalhista

Empresas com mais de 20 funcionários são obrigadas por lei (art. 74 §2º CLT + Portaria 671/2021) a manter controle de jornada. A multa administrativa do MTE varia de R$ 40 a R$ 4 mil por funcionário sem registro. Mas o pior é o risco trabalhista: sem registro, a Justiça presume verdadeira a jornada alegada pelo ex-funcionário (Súmula 338 TST).

Como o PontoBarato te protege

Registro em tempo real com GPS e selfie opcional, trilha de auditoria e relatórios CSV/PDF para o contador. Em caso de processo, você tem o histórico da jornada registrada.

Exemplo prático em loja de calçados de Campo Grande

Considere um vendedor de calçados em Campo Grande com salário base de R$ 2.000,00. Se este funcionário alegar na justiça que fazia 1 hora extra diária não registrada por falta de ponto eletrônico, o cálculo é implacável. Dividindo R$ 2.000,00 por 220 horas, chegamos ao valor de R$ 9,09 por hora. Com o adicional de 50%, cada hora extra custa R$ 13,63. Em um ano (220 dias úteis), essa única hora diária soma R$ 2.998,60. Sem o comprovante do ponto eletrônico previsto na Portaria 671, o juiz presume que o funcionário está certo. Somando reflexos em férias, 13º e FGTS, o prejuízo para a loja ultrapassa facilmente os R$ 4.500,00 por colaborador.

Por que lojas de calçados em Campo Grande escolhem o PontoBarato

Sem comprar equipamento, sem instalar app. Cada funcionário usa o próprio celular. Funciona em Centro, Jardim dos Estados, Tiradentes e em toda a região metropolitana de Campo Grande.

Mesmos recursos antifraude dos grandes

GPS incluso em todos os planos. A selfie é opcional: R$ 2/mês por funcionário com selfie ativada.

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Perguntas frequentes

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